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Destaques [notícias & avisos]

 

 

 

 

 

 
Publicação: Lançamento do livro “Derrubar o Muro”

No passado dia 21de março, na escola secundária de Marco de Canaveses, pelas 17h, realizou-se o lançamento do livro “Derrubar o Muro”, da antiga colega do grupo de filosofia, Regina Sardoeira, cujo prefácio é da autoria do professor Hélder Carvalho, e contou ainda com a presença da professora Elisabete Fonseca.
O livro pretende ser um “guia” da disciplina de Filosofia, um complemento de apoio, um orientador, um conselheiro, um possível percurso, quer no que diz respeito ao estudo da disciplina no 10º ano quer no de qualquer pessoa que queira dar os primeiros passos neste misterioso mundo que é a Filosofia.
“Derrubar o Muro” é um livro onde repousa o espírito filosófico e a autora deseja que o fruir de cada palavra possa ajudar cada um na tentativa de busca de uma qualquer resposta e assim ganhar significado nas suas vidas.
Por Hélder Carvalho
A autora fez questão de me convidar para o evento a título de ex aluna e agora colega de profissão, convite, este, que não fui capaz de recusar, por diversos motivos: porque foi minha professora e com ela aprendi a arte de filosofar; porque me ensinou a derrubar muros que me pareciam intransponíveis á primeira vista, porque me fez despertar para a curiosidade e espírito crítico que até então desconhecia, porque é um guia direcionado para os alunos e útil para a aprendizagem. Podia elencar aqui muitos outros motivos.
Na verdade, apenas fui constatar aquilo que já conhecia, o seu esplendor e paixão pela filosofia, aquela disciplina que os alunos a princípio julgam ser chata e aborrecida, mas que sem ela, o seu poder reflexivo e crítico ficaria comprometido.
Por Elisabete Fonseca



Publicado em: 28/03/2012 07:07:18


 

 

 

 

 

 
DESTAQUE: O acordo ortográfico e o futuro da língua

Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.

Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.

Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.

Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s”.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.

Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k”.

Não pensem qe me esqesi do som “ch”.
O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.

Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x”.

Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.

No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.

Vejamox o qaso do som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”. Para qê qomplicar?!?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.

É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?

Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam!
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.

A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia.

É o qazo da letra “a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a fazer.

Max, em outrox qazos, á alternativax.
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.

Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.

Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx”.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.

Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.

Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?

Maria Clara Assunção

1 4 A G O S T O 2 0 0 9

http://abibliotecadejacinto.blogspot.com/2009/08/o-acordo-ortografico-e-o-futuro-da.html



Publicado em: 06/03/2012 16:10:26


 

 

 

 

 

 
AVISO: MENSAGEM N.º 3/JNE/2012 - 2ª via com retificação da a) do ponto 1.

ASSUNTO: Processos de inscrição e realização dos exames finais nacionais do ensino secundário
Subsistindo ainda algumas dúvidas em relação ao modelo atual de calendário de exames finais nacionais do ensino secundário e às novas regras de acesso ao ensino superior, nomeadamente, por parte dos alunos dos cursos científico-humanísticos do ensino recorrente, o Júri Nacional de Exames vem informar o seguinte:
1. Como o calendário dos exames finais nacionais apresenta uma sobreposição nos exames das disciplinas de Economia A e História A do curso de Ciências Sociais e Humanas do ensino recorrente, os alunos que frequentam este curso, e somente estes , devem:
a) Realizar o exame de História A no dia 22 de junho, às 14h, conforme o calendário em vigor;
b) Realizar o exame de Economia A no dia 27 de junho, às 9h, sendo para este efeito elaborada uma prova extra desta disciplina. Esta prova será realizada em exclusivo nas escolas que lecionam este curso, em moldes a estabelecer pelo Júri Nacional de Exames.

Tendo em conta a possibilidade de os alunos realizarem provas de ingresso que não integrem o seu plano de estudos, e apenas no caso de sobreposição, informamos que é permitido o seguinte:
2. Um aluno de qualquer curso que pretenda realizar exames finais nacionais de disciplinas que não pertençam ao seu plano de estudos pode inscrever-se na 2.ª fase como autoproposto e utilizar estes exames como provas de ingresso, desde que tenha comparecido na 1.ª fase a uma prova do seu plano de estudos calendarizada para o mesmo dia e hora do exame a realizar na 2.ª fase. A classificação obtida, neste caso, pode ser utilizada na 1.ª fase de candidatura de acesso ao ensino superior.
3. Os alunos referidos no n.º anterior devem inscrever-se na 2.ª fase de exames no prazo estipulado para o efeito, 10 e 11 de julho.

Neste contexto, o Júri Nacional de Exames decidiu prorrogar o prazo normal de inscrições para a 1.ª fase dos exames finais nacionais até ao dia 9 de março de 2012.

O Presidente do Júri Nacional de Exames

Publicado em: 05/03/2012 06:54:34


 

 

 

 

 

 
Teatro: ex-aluno do Colégio foi protagonista em peça de teatro

Um ex-aluno do Colégio, Ivo Silva, foi protagonista, na passada quinta-feira, numa representação teatral, I Love You, Lady Macbeth, no Ballet Teatro do Porto. Elementos da comunidade docente do Colégio estiveram presentes e testemunharam que… daqui sai talento.
SINOPSE
Lady Macbeth não existe, é real. Lady Macbeth gosta de assinar em maiúsculas. Lady Macbeth gosta de cães de raça, mas abomina dálmatas. Lady Macbeth prefere maionese a ketchup. Lady Macbeth não gosta de tango e, se pudesse, proibia a morangoska. Lady Macbeth, embora solidária, não é dadora de sangue. Lady Macbeth é uma clássica, mas ouve Muse. Lady Macbeth suborna os médicos e a justiça. Lady Macbeth nasce com um grito.
Todos os dias é o mesmo dia. Todos os dias são cometidos os mesmos erros, dizem-se deixas no lugar errado e fora de tempo, come-se sempre o que não se deve, e o vestido nunca é o adequado aos trópicos. Aqui, só se erra e, por essa mesma razão, entramos na era da repetição. Há a necessidade das vinte e quatro horas de um dia serem repetidas no dia que se segue, e assim até nos fartarmos. Este turbilhão, além de dividir Lady Macbeth, fá-la envolver-se na procura daquilo que falhou no seu passado. Ambiciona, desta forma, vingar o marido, matando todos os seus inimigos. No entanto, nada muda, nem mesmo a criada é muda. Solange, sempre graciosa, Hécate, sempre armada em mestre-de-cerimónias, e Malkin, o gato chinês que tem a sabedoria de ritmar o tempo, são as três entidades que contribuem para que o dia-a-dia de Lady Macbeth seja um remoinho na noite. E visto que as manchas não desaparecem, pressupomos que a máquina de lavar esteja estragada.
Do primeiro ao último, sede muito bem-vindos e bom apetite.

FICHA TÉCNICA:
encenação RICARDO TEIXEIRA
com CATARINA SALGUEIRO, FILIPA MATTA, IVO SILVA, MARIA FORTE
texto RICARDO TEIXEIRA, IVO SILVA
apoio musical ISABEL FRANCISCO
sonoplastia e iluminação RICARDO TEIXEIRA
caracterização ISABEL FRANCISCO
vídeo FREDERICO OLIVEIRA
design SÉRGIO SALGUEIRO
produção RODRIGO QUEIRÓS

Publicado em: 27/02/2012 18:33:08


 

 

 

 

 

 
Celebração: Bispo D. Ximenes Belo no Colégio

O Prémio Nobel da Paz, Bispo D. Ximenes Belo, presidiu à celebração comemorativa de S. Gonçalo, patrono do nosso colégio, no passado dia 10 de janeiro.
Saudado pelos alunos, D Ximenes alertou para a importância e o valor da educação para o engrandecimento do Homem na construção de um mundo melhor.
Este cidadão do mundo bateu-se pela causa Timorense apoiando a sua desvinculação do Estado da Indonésia por perceber a presença de uma matriz cultural lusófona decorrente da memória histórica e da vontade nacional da população de Timor-Leste. Além disso, os abusos perpetrados por essa potência ocupante geraram em Portugal e nos países de língua portuguesa um movimento de grande solidariedade que culminou na independência de Timor-Leste em 2002. A indignação pelo massacre, da Indonésia, no cemitério de Santa Cruz, em Díli, e a acção de denúncia destas prepotências indonésias levaram-no a receber, em 1996, o Prémio Nobel da Paz, conjuntamente com José Ramos-Horta.
Valeu a pena ouvir as palavras deste homem simples, que se bateu pela Liberdade, pela Justiça e pelo sentimento lusófono, em prol da felicidade dos timorenses.


Publicado em: 11/01/2012 18:02:54

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